A série “Atypical”

 

Mais uma série da Netflix pra gente se apaixonar <3

Já ouviu falar de Atypical? A primeira temporada saiu agora em agosto e é bem interessante. Quer saber do que se trata? Continue lendo 🙂

 

Netflix: Quando um adolescente com traços de autismo resolve arrumar uma namorada, sua busca por independência coloca a família toda em uma aventura de autodescoberta.

 

A série é uma comédia dramática que conta a história de Sam (interpretado pelo maravilhoso Keir Gilchrist), um garoto autista de 18 anos que está no ensino médio e quer encontrar uma namorada. A ideia surge durante uma sessão de terapia, e Julia, a terapeuta, apoia e incentiva Sam. No entanto, a mãe superprotetora não concorda – como ele vê o mundo e sente os acontecimentos de uma maneira diferente das pessoas “fora do espectro”, ela tem medo de como um romance afetaria o garoto. Sam conta com a ajuda e os conselhos do amigo Zahid pra se aproximar de garotas e tentar encontrar o amor.

Partes da história são narradas do ponto de vista de Sam, o que nos aproxima do personagem e nos ajuda a ver o mundo da forma como ele o vê. Sam se considera esquisito e nem sempre entende o que as pessoas querem dizer quando usam metáforas ou expressões faciais/corporais – de acordo com sua mãe, ele é extremamente literal. Ao mesmo tempo, quer “ser normal” e passar pelas mesmas experiências (por exemplo, namorar) que os outros adolescentes passam nessa idade. Além disso, aprendemos como algumas coisas básicas do dia a dia, como barulhos, luzes e multidões, podem ser insuportáveis e torturantes pra um autista.

A série tem momentos bem intensos que envolvem não somente os sentimentos de Sam, mas também os de todas as pessoas que o cercam, como seus pais e sua irmã – afinal, a vida de todos é influenciada pelas necessidades especiais do garoto. É muito interessante observar como cada um lida com, e é afetado por, essas necessidades de uma maneira diferente: a mãe “não tem vida” – seu universo gira em torno de Sam e de suas necessidades; o pai tende a se afastar das tarefas que envolvem “entender” o filho; e a irmã se sente invisível em alguns momentos, mas é a que, no fim das contas, melhor lida com Sam.

A parte da “comédia” da série fica por conta das pérolas que Sam solta. Ele não tem filtros – ou seja, nem sempre sabe o que “deve ou não” dizer, ou como seria apropriado agir, em determinadas situações -, e essa ~sinceridade é muito bem explorada na trama. Outra curiosidade é que ele é apaixonado por pinguins e por tudo relacionado à Antártica. Inclusive, Sam busca entender melhor algumas situações do dia a dia e alguns comportamentos das pessoas à sua volta usando comparações e exemplos relacionados ao continente Antártico.

 

Ao longo dos episódios, percebemos que “normal” é um conceito que não existe – ninguém é normal, já que cada pessoa vive experiências únicas e lida com os acontecimentos à sua própria maneira. A série está disponível na Netflix – por enquanto, só tem uma temporada com 8 episódios. Dá pra ver numa sentada! Hahaha

Já viu? Gostou? Conte nos comentários! 🙂

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A cultura do Brunch

 

Apesar de ter surgido na Inglaterra, o brunch é, hoje em dia, parte essencial da cultura americana. Quer saber mais? Continue lendo! 🙂

 

A palavra brunch é uma combinação de breakfastlunch, ou seja, é uma mistura de café da manhã e almoço. Por aqui, é comum encontrar vários restaurantes que servem brunch nos finais de semana. Além disso, muitas famílias têm o hábito de se reunir, normalmente aos domingos, pra um brunch em casa. O horário não é fixo – começa entre 10 e 11h, e vai até às 15 ou 16h.

Aqui em casa, eu e o marido não somos pessoas muito matutinas e costumamos acordar tarde de fim de semana. O problema é que, mesmo acordando tarde, gostamos de tomar café da manhã. Mas aí vem o problema: se eu tomo café ao meio-dia, não faço questão nenhuma de almoçar – mesmo porque café da manhã é minha refeição preferida do dia. Já o marido não come muito quanto acorda, então pouco tempo depois do café, ele já tá pensando no almoço.

Eis que surge a solução: o brunch de domingo!

Já experimentamos o brunch de vários restaurantes diferentes, mas tem um aqui perto de casa que é o nosso preferido. Claro que não vamos lá toda semana – afinal, é buffet e, querendo ou não, sempre acabamos comendo mais que o necessário! Hahaha mas o ~esquema do brunch super funciona pra nós por causa da variedade que proporciona. No brunch estilo buffet, você paga um valor fixo e consome o que quiser, quantas vezes quiser.

 

Frutas / Iogurtes / Granola

Quando se trata de comida, eu sou extremamente bipolar: amo comer saudável, mas também amo “tranqueiras”. Sempre que possível, gosto de começar o dia comendo coisas leves e saudáveis, tipo frutas e iogurtes. E é aí que começam os problemas:

  1. O marido não come nenhum tipo de fruta e nenhum iogurte. Ou seja, tudo disso que eu compro aqui em casa é só pra mim.
  2. Não consigo comer a mesma coisa todo dia. Enjoo muito fácil! Então se compro uma caixa de morangos, por exemplo, como uns dois dias, mas no terceiro já não consigo nem olhar pra eles.

Ou seja: não dá pra ter uma variedade de frutas em casa porque, no fim, metade vai estragar e ir pro lixo. Esse é o primeiro atrativo do brunch pra mim: ao chegar no restaurante, a primeira coisa que faço é preparar uma tigela de frutas com iogurte e um pouco de granola por cima. Além de ser delicioso, é saudável e leve pra começar os ~trabalhos do dia! Hahaha

Morango, uva verde, melão cantaloupe, iogurte natural e granola <3

 

Pães / Frios

Nosso espírito brasileiro agradece! Apesar de não ter pão francês (nem nada parecido), os restaurantes costumam oferecer algumas outras opções de pães, como bagel, croissant, English muffin (que chama muffin mas é pão), italiano e etc. Quanto aos frios, normalmente encontramos alguns tipos de queijo e presunto – mas sinto que não fazem tanto sucesso quanto no Brasil. Então, aqui nos EUA, pode esquecer o pão na chapa ou o misto quente.

 

Pancake / Waffle / French toast

Esse é o trio de carbs mais famosão nos cafés da manhã por aqui. Pancakes (não chamei de panqueca pra não confundir com a brasileira, que não tem NADA a ver) e waffles são feitos com a mesma massa – a única coisa que muda é a forma de preparo. A pancake é mais fofinha e macia, e é normalmente servida num stack (tipo uma “pilha” de panquecas). O waffle é mais firme e tem aquele “desenho” específico, e é servido por unidade. A French toast é muito parecida com a rabanada – só acho mais ~molenga. Eu amo os dois primeiros, mas não sou muito fã da última – acho oleosa demais, principalmente pro café da manhã.

1/4 de waffle, uma pancake (com manteiga e syrup) e meia French toast.

 

Ovos ou Omelete / Bacon / Sausage / Hash Brown

Mais um exemplo do que os americanos comem no dia a dia. Eu não consigo comer essas ~coisas pela manhã, mas às vezes, no brunch, até encaro alguns deles. Tem ovo frito, cozido, mexido… Também é bem comum encontrar nos restaurantes que servem brunch uma ~estação de omeletes, com um cozinheiro que prepara o seu na hora, usando os ingredientes que você escolher. O bacon dispensa comentários, né? A sausage é meio parecida com linguiça, mas tem um sabor bem peculiar. E por fim, a hash brown: imagine uma batata ralada e depois frita. É bom demais! A carinha dela é essa:

Fonte: bakingnana.com

 

Muffins / Bolos / Cookies

Se você, assim como eu, é uma formiga e ama doces a qualquer hora do dia, essa parte é pra você! Normalmente, essa área conta com vários sabores de muffins, alguns bolos (que lembram bolo Pullman, sabe? Nada melecado ou cheio de frescura) e cookies. Delícia! <3

 

“Comidas diversas”

A parte preferida do marido (e que eu passo longe, haha) – as comidas mais típicas de “almoço”. É impossível falar o que você vai encontrar nessa área, porque depende totalmente do restaurante. Em geral, espere encontrar: saladas, arroz, batata, chilli (um prato mexicano de feijão com carne), frango, carne (já vi até costela)… de vez em quando tem até sushi! Dá pra perceber que a ideia do brunch é agradar todo mundo MESMO, né?

 

E aí, pareceu interessante? Que tal organizar um brunch com os amigos ou com a família? Se fizer, conte aqui nos comentários como foi! 🙂

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Orlando #04 – Universal Studios Florida

 

Esse é o quarto post do especial de férias em Orlando. Ao longo das semanas, vou falar sobre os 4 parques da Disney e os 3 da Universal. Expliquei aqui! Até agora, já contei tudo sobre o Disney Hollywood Studios, o Disney Animal Kingdom e o Universal’s Volcano Bay.

 

 

Os parques da Universal são todos vizinhos – o Universal Studios (foto acima) e o Islands of Adventure, inclusive, compartilham o mesmo estacionamento. Se você comprar seu ingresso com a opção “Park to park”, é possível ir de um parque pro outro por dentro, pelo Expresso de Hogwarts. Ou seja, se você é fã de Harry Potter, não dá pra perder esses dois parques maravilhosos! Expliquei tudo mais pra baixo.

É possível conhecer os dois parques no mesmo dia, mas só se você estiver disposto a pagar uma pequena fortuna pelo Universal Express (aquele passe pra fila expressa, que na verdade só é mais curta – custa mais ou menos o preço de outro ingresso) ou se não estiver pensando em ir em todas as atrações. Independente da hora que você chegar no parque, alguns brinquedos têm filas longas o dia todo. Por isso, se você só tiver um dia pros dois parques, é ESSENCIAL que se planeje muito bem e decida quais atrações não podem faltar no seu passeio.

 

Universal Studios Florida

Antes de visitar cada um dos parques, sentamos e fizemos um planejamento – uma lista de quais atrações eram essenciais e em qual ordem visitá-las, de acordo com a popularidade de cada uma e sua localização. Cada parque é dividido em “áreas”, e pode ser uma boa ideia explorar uma dessas áreas por vez, pra não ter que ficar indo e voltando. Clique aqui para ver o mapa oficial em PDF.

Pois bem, vamos falar do parque: ele é grande, do mesmo tamanho do Disney Magic Kingdom, mas parece ser menos cheio que os da Disney. Também é fácil andar pelo parque sem se perder, e as decorações são incríveis – parece que você está num estúdio de filmagens mesmo, andando pela cidade cenográfica. Lindo!

 

Atrações

Vale lembrar que: eu não vou em nada ~radical. Passo mal, tenho medo, não curto nenhum tipo desses brinquedos. Meu negócio é a parte lúdica mesmo – os shows, os desfiles, os personagens… e um ou outro simulador, mas nada intenso! Por isso, vou contar aqui não só as minhas experiências, mas também as da galera corajosa do meu grupo que enfrentou atrações que eu passei mal só de ver do lado de fora! Hahaha

 

Hollywood Rip Ride Rockit

Vamos começar com uma atração bem popular – o carrinho dessa montanha russa sobe num ângulo de 90 graus. Imagina a queda que vem depois disso? Eu só imagino, porque obviamente não fui, hahaha. Além disso, tem loops. A galera adorou! Segundo eles, cada pessoa escolhe uma música antes do percurso (tem uma lista com opções de diferentes estilos), e essa música vai tocando – o som sai pelo encosto de cabeça do assento – durante o percurso. Muito legal a ideia de cada um ouvir sua música, né? Fiquei bem curiosa (mas não o suficiente pra ir nesse treco).

Transformers: The Ride-3D

Esse é um simulador com carrinho – o carrinho anda por um trilho, depois para em frente a um telão, faz a função do simulador (balança, se mexe, joga água, vento etc.) e depois volta pro percurso. Os telões gigantes e 3-D fazem você se sentir no meio da batalha.

Race Through New York Starring Jimmy Fallon

A maior surpresa do dia! Não esperava NADA dessa atração, e no fim foi bem legal. É inspirado no The Tonight Show, o talk show do Jimmy Fallon do canal NBC. Inclusive, ele é o apresentador e “guia” do passeio todo. Um grupo de pessoas entra num teatro, como se fosse a plateia de um talk show. Tem um telão gigante na frente, e a plateia é, na verdade, um simulador gigante. A atração se mexe bastante, precisa até usar um cinto de segurança individual. O filme simula uma viagem por Nova York num carro de corrida. Bem emocionante!

Outra coisa legal dessa atração é que tem fila virtual. Você vai até ela e pega um ticket que te dá um horário marcado pra voltar – assim, você não precisa perder um tempão na fila. Achei bem justo! Os parques deviam oferecer essa opção em mais atrações.

Revenge of the Mummy

Montanha russa de alta velocidade, toda no escuro, sem loops. Inspirada no filme A Múmia – dá pra imaginar que é uma atração meio antiga, né? Não pode levantar os braços e nem botar as mãos pra fora do carrinho por causa da decoração. Tem uns efeitos de fogo, mas não dá pra ver muita coisa. O diferencial dessa montanha russa é que ela segue o percurso normalmente, mas aí o carrinho dá de cara com a múmia e volta de costas.

Curiosidade: eu fui nessa atração no parque da Universal Studios California em 2012. Me convenceram (oi, Rafa!) que era tranquila e que eu iria gostar. O resultado? Quando acabou, eu não conseguia nem levantar do carrinho de tanto que passei mal! Pra vocês verem que não é frescura minha! Hahaha

Despicable Me Minion Mayhem

Esse foi nossa frustração por motivos de: filas insanas! Fomos duas vezes nos parques da Universal, e mesmo assim essa atração ficou pra próxima. Uma pena! Se você já foi, conte aqui nos comentários o que achou! 🙂

Men in Black Alien Attack

Esse tinha tudo pra ser bem divertido, mas no fim é nota 6. É um carrinho que segue um trilho, gira bastante e bem bruscamente. Cada pessoa tem uma “arma de laser”, e o objetivo é atirar nos aliens ao longo do percurso pra ganhar pontos. A ideia é a mesma do Toy Story Mania!, do Disney Hollywood Studios, mas tem alguns pontos fracos. Muitas vezes, é difícil (ou impossível) saber se você está atirando na direção certa. Cada vez que o carrinho para, tem um monte de pontinhos vermelhos de lasers, todos iguais – ou seja, não dá pra saber qual é o seu. Se a atração estiver sem fila, vá – caso contrário, não acho que vale a pena encarar fila.

The Simpsons Ride

Simulador bem agitado! É uma plataforma que levanta e se mexe bastante, e enquanto isso tem um telão gigante na frente que conta uma historinha engraçada (principalmente pra quem é fã do desenho). Você “vai” pro espaço, passeia por Springfield, encara uma montanha russa… é bem legal!

Shrek 4-D

Se você entende inglês, essa atração vai te render boas risadas. A história se passa logo depois do primeiro filme, quando o Shrek e a Fiona se casam. Alguns dos personagens (tipo o Pinóquio) foram sequestrados, e adivinha quem vai resgatá-los? Nossa dupla preferida – Shrek e Burro. O 4-D é bem legal – as cadeiras mexem bastante, tem vários efeitos (vento na nuca, gotinhas de água na cara). E o melhor: as filas não são gigantescas. Super recomendo!

Harry Potter and the Escape from Gringotts

Claro que deixei o melhor pro final! Esse é mais um brinquedo que intercala simulador e carrinho. Começa com um passeio pelo banco Gringotts, e a fila toda é muito legal – decoração maravilhosa, jornais e fotos que se mexem… Além disso, do lado de fora do banco tem uma estátua gigante de dragão que SOLTA FOGO DE VERDADE PELA BOCA! É sensacional!

Daí você entra no banco e vê os duendes que trabalham lá. Eles são IDÊNTICOS aos dos filmes, se mexem e tudo mais! A atração começa com um elevador que “desce” até os cofres do banco, igual ao último filme (Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2) – aliás, o simulador é a perseguição dessa cena do filme. É bem agitado, mas mesmo assim eu gostei.

 

The Wizarding World of Harry Potter – Diagon Alley

Essa área do parque merece mais detalhes! A única “atração” aqui no Beco Diagonal é a Escape from Gringotts, que descrevi no parágrafo anterior, mas quem é fã vai adorar visitar esses outros “pontos turísticos”, hahaha. São os seguintes:

 

Ollivanders

Ah, saudoso Sr. Olivaras! Como estamos no Beco Diagonal, claro que não pode faltar a visita à loja Olivaras Varinhas. Tem uma apresentação(zinha) dentro da loja – o Sr. Olivaras escolhe uma criança do grupo e faz ela testar várias varinhas, até encontrar a “sua”. Além disso, aqui você pode comprar sua própria varinha! Existem dois modelos: o que é só decorativo e o que é interativo. Como eu sou muito adulta, tenho a varinha interativa (desde 2014). Ela vem com um mapa do Beco Diagonal e de Hogsmeade (que fica no parque vizinho – Universal Islands of Adventure), e nesse mapa estão marcados alguns “pontos” especiais. Se você for até esse ponto, mirar e fizer o movimento certo, uma mágica acontece em algum lugar do cenário! ÓBVIO que fiz todas as mágicas e me senti a própria Hermione-Leviosá! <3

Knight Bus

O Nôitibus Andante fica estacionado nessa área, junto com seu motorista e a “cabeça encolhida”. Não faz muita coisa, mas é legal pra tirar foto. Também dá pra chegar mais perto e ouvir a conversa entre o motorista e a cabeça, que é engraçadinha.

Leaky Cauldron

Que tal almoçar no Caldeirão Furado e tomar uma Cerveja Amanteigada? Aqui é sua chance! A decoração do restaurante é LINDA, a comida é OK e não é muito cara. Super vale a experiência! (Mas nunca mais vou tomar essa “cerveja” horrorosa, hahaha)

Hogwarts Express – King’s Cross Station

É na famosa estação King’s Cross, plataforma 9 3/4, que você pega o trem (Expresso de Hogwarts) e vai até Hogsmeade, que fica no parque vizinho.

ATENÇÃO: pra ter acesso ao trem, seu ingresso precisa ser do tipo PARK TO PARK, ou seja, que permite que você visite os dois parques da Universal no mesmo dia.

Olha o trem chegando na plataforma <3

A “viagem” do Beco Diagonal até Hogsmeade é muito legal! Você senta em uma das cabines do trem. Olhando “pra fora”, pela janela, uma tela passa imagens que simulam o percurso até Hogwarts; e olhando “pra dentro”, ou seja, pro corredor do trem, você vê sombras e ouve conversas (através da porta fechada da cabine), como se os personagens estivessem passando por você. É muito legal, quem é fã com certeza vai curtir!

 

Além de TUDO isso, assim como nos outros parques, dá pra procurar alguns personagens pelo parque e tirar fotos com eles (tipo os Minions e os Simpsons). É bem bonitinho, mas às vezes o calor e a fila não compensam o esforço! Hahaha

E aí, o que achou desse parque? Apesar de ter várias atrações que eu não vou, é um dos meus preferidos – só a parte do Harry Potter já super compensa a visita! 😀

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Produtos acabados – Empties #01

 

Não sei se já ficou claro, mas eu sou uma grande consumidora de produtos cosméticos e dermocosméticos. Alguns dão super certo, outros nem tanto. Hoje vou mostrar aqui alguns produtinhos que acabaram nas últimas semanas e dizer se valeram a pena e se pretendo recomprá-los.

 

1. Água Micelar SkinActive All-in-1, da Garnier ($9/400ml)

Já contei aqui e aqui o tanto que uso água micelar, tanto pela manhã quanto à noite. Todas as noites uso essa água antes de lavar o rosto pra garantir a melhor limpeza possível e tirar totalmente a maquiagem. Coloco uma quantidade generosa no algodão e passo de leve no rosto. Não costumo usar maquiagem à prova d’água, então substitui o demaquilante na minha rotina. Não vi muita diferença entre todas as marcas de água micelar que já experimentei – acabo comprando a da Garnier com mais frequência porque o preço é bem bom e vem bastante produto. Atualmente, estou usando a versão da tampinha verde, que é mais voltada pra pele oleosa e diz ter efeito matificante, mas acho as duas praticamente iguais.

2. Hidratante facial Skin Rescue Daily Face Cream, da First Aid Beauty ($22/60ml)

Esse hidratante foi recomendado pela atendente da Sephora – segundo ela, faria maravilhas pela minha pele oleosa. Daí comprei, e adivinha? Detestei. Não consegui de jeito nenhum usar pela manhã, com ou sem maquiagem – achei que minha pele ficou mais oleosa que o normal. Inclusive, estranhei ele não ser em gel, como a maioria dos hidratantes voltados pra pele oleosa. Acabei usando o produto de noite, depois do sérum, e aí senti a pele mais hidratada, mas nada demais. Não vou recomprar por motivos de: tem muitos outros mais baratos que proporcionam o mesmo resultado.

Obs: quando fui pesquisar o preço desse hidratante no site da Sephora, encontrei o Skin Rescue Oil-Free Mattifying Gel Moisturizer – esse custa $30/60ml e é um hidratante em gel. Fiquei aqui pensando se a vendedora da loja me indicou o errado. Se eu decidir testar essa versão, conto aqui. 🙂

 

3 e 4. Sabonetes faciais: Effaclar Medicated Gel Cleanser, da La Roche-Posay ($15/200ml), e Normaderm Daily Deep Cleansing Gel, da Vichy ($18/200ml)

Eu tenho uma ~coisa com sabonetes, shampoos e condicionadores: não consigo usar o mesmo todos os dias. Eu sinto que meu corpo/rosto/cabelo enjoa do produto, sabe como é? Já sentiu algo parecido? Por isso, sempre uso vários ao mesmo tempo. Foi o caso desses dois sabonetes faciais: o Effaclar (3) e o Normaderm (4). Fui usando um por dia no banho, normalmente com o Clarisonic ou com o Foreo Luna, e os dois acabaram quase que ao mesmo tempo.

Essa versão do Effaclar é específica pra pele oleosa e com tendência à acne, e tem ácido salicílico 2% na composição (por isso ele é considerado “medicamentoso”). Acho que ele limpa super bem e não deixa o rosto repuxando. Sempre recompro – nem sei quantos tubos desse já usei! No Brasil, ele chama Effaclar Concentrado – Gel de Limpeza Facial (R$50/150g).

O Normaderm, por outro lado, parece “leve” demais – parece que não tá limpando a pele de verdade, apesar de chamar deep cleansing gel (gel de limpeza profunda). Ele tem ácido salicílico 0,5% na composição – talvez seja por isso que, pra mim, pareceu fraco. Foi a primeira vez que usei esse produto, e não pretendo recomprá-lo por enquanto. Esse, no Brasil, chama Normaderm – Gel de Limpeza Profunda (R$45/150g).

 

5. Shampoo a seco da Batiste ($8/120g)

Não tenho nem ideia de quantos desse já usei ao longo dos anos. Já experimentei tudo quanto é cheiro, e gostei de praticamente todos – meus preferidos são o Clean & Classic Original e o Light & Breezy Fresh. Se você nunca usou shampoo a seco, não sabe a facilidade que tá perdendo no seu dia a dia! Ele super salva quando não dá tempo ou quando bate aquela preguiça de lavar os cabelos. De quebra, ainda dá um voluminho extra pra raiz. O da Batiste tá entre os mais baratos, e é com certeza o meu preferido. No Brasil, custa entre R$20 e R$30.

6. Hidratante Nivea Creme, da Nivea ($3/29g)

Tenho certeza que você conhece esse produto. É aquele hidratante que vem numa latinha azul, sabe? Acho que é o mais famoso da Nivea. Segundo a marca, pode ser usado no corpo ou no rosto. Ele é muito bom mesmo e pouco melequento – porém não consigo nem imaginar usá-lo no meu rosto. Gosto de ter essa latinha sempre na bolsa, e uso principalmente pra hidratar as cutículas e os cotovelos ao longo do dia. Adoro! No Brasil, tem o mesmo nome e essa latinha com 29g custa R$10.

 

 

E aí, você conhece algum desses produtos? Tem algum queridinho pra compartilhar? Conte pra mim nos comentários!

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Um hábito por vez – Chá

 

Quase dois meses atrás eu falei nesse post aqui sobre alguns hábitos que gostaria de criar ou mudar na minha vida. Algumas semanas depois, contei como foi todo o processo de desenvolver o primeiro desses hábitos – beber 2 litros de água por dia. Hoje venho falar sobre o segundo. E aí, acha que eu consegui? Bora descobrir?

 

Substituir café por chá

Como contei no post original, meu corpo é viciado em cafeína há anos por motivos de: sono infinito pela manhã. Eu não funciono antes das 11h, e tenho insônia desde criança. Ou seja: só cafeína na causa! O único ~detalhe é que tenho gastrite. #fail

Sábia mensagem do meu pijama preferido

 

Recentemente, quando comecei a tomar mil remédios pra tratar a gastrite, minha gastro recomendou que eu diminuísse a ingestão de café e tentasse substituir por chá sempre que possível. Eu sempre gostei de chá, mas nunca cogitei a substituição! Pra mim, chá era aquela bebida quentinha pra tomar de vez em quando, nas noites mais frias ou quando eu ficava doente, sabe?

Bom, depois de muita pesquisa, escolhi alguns chás com cafeína e outros sem. Foram os seguintes:

 

Fit Tea

Esse é o chá famosão das Kardashians. Ouço falar dele há tempos, mas só tive vontade de comprar recentemente – e gostei muito! O sabor é bom e ele dá bastante energia nos primeiros dias (não notei nenhum dos outros benefícios). O problema é que o corpo acostuma muito rápido com ele. Faz sentido, já que a ideia é tomar só por 15 ou 30 dias. Agora, sigo na busca de um substituto que me dê a energia que o Fit Tea deu nas primeiras semanas.

Chá verde

Quando eu morava no Brasil, bebia sempre os chás verdes da FeelGood. Gosto de todos – o tradicional, o com cranberry e o com laranja e gengibre. Aqui, infelizmente, não tem nada parecido. Todos os chás verdes gelados que experimentei são TERRÍVEIS. Decidi experimentar os quentes mesmo, e achei alguns que até que são bebíveis. Tenho tomado de manhã no lugar do Fit Tea.

Camomila, limão com gengibre, menta, etc.

Esses daí costumo tomar depois do almoço ou de tarde. Alguns têm cafeína, outros não, então escolho de acordo com meu sono e com meu humor! Gosto de variar os sabores pra não enjoar de nenhum. Não tomo todos os dias – expliquei mais ali embaixo. 🙂

O que tem na xícara: chá ou café?

Sleepytime

A marca Celestial Seasonings tem essa linha de chás que, como o nome já diz, são voltados pra hora de dormir. Já experimentei três ou quatro versões e gostei de todas. Esses chás não têm cafeína e têm substâncias que (teoricamente) estimulam o sono. Ele é bem fraquinho e suave, mas dá uma relaxada. Talvez seja psicológico e o efeito de um chá de camomila seja o mesmo – vai saber, né?

 

O veredito

Gostei muito da experiência e aprendi a incluir vários chás no meu dia a dia. Foi bem fácil me acostumar a acordar e fazer um chá ao invés de um café – a única parte chata é ter que ficar esperando o chá ficar pronto, e depois esfriar um pouco pra eu poder beber… Nesse sentido, café com leite é bem mais rápido e prático.

Também me acostumei a tomar chá todas as noites antes de dormir. Virou parte da minha rotina – é tipo um sinal pro meu corpo ir relaxando e se preparando pra ir pra cama. O lado negativo? Vontade monstra de fazer xixi durante a noite! Pra tentar diminuir esse ~problema, eu tento não beber muita água depois das 18h e tomar o chá algumas horas antes de ir dormir – tipo lá pelas 21h. Ajuda, mas nem sempre resolve! Hahaha

Agora, a verdade é que: café, pra mim, é insubstituível em alguns horários. Quando levanto muito cedo, até posso acordar e tomar chá, mas vou precisar de um café com leite em algum momento durante a manhã. Depois do almoço também é BEM difícil beber chá ao invés de café. Às vezes consigo, mas tem dias que me rendo e fico com o café mesmo.

Uma xícara pra cada humor

 

Ou seja: consegui reduzir (muito!) meu consumo diário de café, mas ainda é raro quando passo um dia inteirinho sem nem uma xícara. Chá é bom, me sinto bem tomando, mas definitivamente nada se compara a café!

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